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Troque seu Pajé para atitude ''Prajá''

 

Endossando o artigo recente de FACILITY MANAGERS escrito por Marcos Maran, o Diretor da Econoágua endossa com seus comentários e sugere a troca do Pajé pelo Prajá!
Muito bom o artigo de Facility Managers de Marcos Maran.
A redução no consumo de água, poderia sem prejuizo algum ao usuário, atingir níves de no mínimo 50% a 70%. Não só a energia das Bombas de elevação de todo o sistema gastariam menos energia, como tambem os níveis dos reservatórios estariam preservados por mais tempo até que a situação pudesse se estabilizar. Certamente ganharíamos tempo para aguardar o período de chuvas que neste ano atrasou. A mídia pega no pé das pessoas que lavam as calçadas e se esquecem que o maior vilão no consumo de água estão nos ineficientes sistemas atuais de Vasos Sanitários e Vazões de torneiras incompatíveis com o uso que se faz dela. exemplo: os vasos atuais consomem de 9 a 22 litros,quando poderiam ser de 3 ou 6 litros(50%). As torneiras de uso público chegam a gastar 1 litro(1.000ml) quando 300 ml(70%) suficientes conforme a ONU e a Econoágua.
Muito se comenta se diz, mas no fim das contas,  parece que o mais comum ocorrer em nosso País em todos os setores público ou privado, são diversas reuniões e CPI´s para não se decidir nada!
 
A Econoágua, ao longo de seu trajeto, ouviu e ouve das mais distintas entidades visitadas, comentários do tipo: “ vou fazer um poço e pagar só o esgoto. Ah, contratei demanda fixa da concessionária, então não preciso reduzir o consumo pois a conta não vai abaixar. Eu pago junto com todo mundo do condomínio então só eu reduzindo não vai mudar nada. Vou contratar caminhão Pipa, sai mais barato.
Essas atitudes, deveriam ser banidas no nosso cotidiano.
 
Creio sinceramente  que não precisamos de Pajé e sim de  "Prajá"(atitudes corretas agora).
Chega! Atitude já ! “Prajá”!
Confira artigo inspirador abaixo na íntegra:
 
Data da Notícia: 18/02/14
Procura-se urgentemente um pajé que saiba provocar chuvas.  Mas ele tem que ser competente. Deve conseguir provocar chuvas de grande intensidade e no lugar certo!
 
Não acredita em pajés? Então, por que não rezar a São Judas, o santo das causas impossíveis?
 
Seja pajé, seja São Judas, parece que nossa sorte depende mesmo de uma fé imensa de que algo vai acontecer e resolver a falta de água para consumo humano e energia elétrica, uma vez que todo o conhecimento e ciência não foram capazes de antever e tomar ações de mitigação das consequências.
 
Se dentro de alguns dias, a mãe, ou melhor, a madrasta Natureza insistir em continuar caprichosa e não provocar o aparecimento de nuvens carregadas, que descarreguem volumoso caudal, todos nós estaremos sujeitos a racionamentos de água e de energia. Aliás, mais de 140 cidades já estão!
 
E ainda por cima esse calorão! Dá-lhe ar condicionado...
 
Mas como isso ocorreu em tão pouco tempo? Em dezembro passado, nada se ouvia sobre o baixo nível dos reservatórios. Essa é a situação em que ficamos quando as autoridades responsáveis insistem em contar com a sorte e ajuda divina para fazer a gestão de insumos essenciais para o ser humano. Esse cenário precário, que hoje vemos e ouvimos a todo instante, poderia ter sido previsto com relativa facilidade e as providências necessárias para mitigar as dificuldades tomadas com maior antecedência.
 
No atual estágio do conhecimento e gestão operacional de reservatórios, é perfeitamente possível antecipar medidas, no mínimo de precaução, contra possíveis incertezas da Natureza. Mas não acredito em incompetência por parte dos técnicos responsáveis pela gestão dos recursos, creio que o que houve mesmo foi interferência política daqueles que não gostam de dar notícias que exigem sacrifícios das pessoas, principalmente num ano de eleições. Que azar danado!!! Daí, ouvirmos a mesma cantilena de sempre: que as chuvas não aconteceram da forma prevista ou ocorreram nos locais inadequados, pouco volume... Só falta dizer que Deus não ajuda. Ah, esse Deus brasileiro...
 
Bom, a intenção deste artigo não é fazer digressões sobre a incompetência dos responsáveis pela coisa pública que, afinal, todos temos acompanhado nos últimos tempos. A motivação é comentar sobre a importância da gestão de facilities em situações como esta. Nós não podemos proceder como nossos administradores públicos, nem ficar jogando a culpa sobre eles. A hora é de ação concreta, pé no chão. Nossos clientes, os ocupantes do edifício, seus usuários, visitantes, dependem de nós para conseguirem um ambiente de convivência e trabalho adequados. Estão dispostos até em colaborar. Temos que tomar providências para que nossos prédios e indústrias sofram o mínimo possível, na possibilidade de um cenário de racionamento.
 
O momento agora é de retirarmos da gaveta nossos planos de contingência.
 
Qual é nossa capacidade de reservação de água? Com o perfil de consumo atual, quanto tempo o edifício consegue atender à demanda? Se o tempo é pequeno frente ao tempo de racionamento, onde podemos buscar água? Qual a quantidade? Quanto isso vai custar? O local onde o prédio está permite a circulação e estacionamento de caminhões-pipa? Como assegurar a qualidade dessa água? Que medidas de redução de consumo podemos tomar? Vamos diminuir a pressão das linhas de abastecimento? Quais registros podemos fechar, por exemplo, fontes decorativas? Vamos fazer campanhas de esclarecimento ao público usuário? E os nossos controles e metas de consumo, estão definidos? É hora de colocar aquelas torneiras e vasos sanitários economizadores? E quanto a furar aquele poço e respectiva estação de tratamento tão falados?
 
E quanto à energia elétrica? Se faltar água nos reservatórios das usinas hidrelétricas, bye, bye... Os apagões já estão acontecendo devido à alta demanda dos sistemas de ar-condicionado.
 
No caso de um racionamento de energia elétrica, creio que a história de 2001 se repetirá. O racionamento se daria por limites (ou metas) máximos de consumo. Neste caso, temos que responder às seguintes perguntas:
 
Temos geradores? Eles funcionam em paralelo com a rede? Eles suportam as cargas escolhidas? Somente as essenciais? E o ar-condicionado? Elevadores? Nosso tanque de combustível tem capacidade para quantas horas ou dias de funcionamento? O gerador pode funcionar ininterruptamente quantas horas antes de exigir a parada para troca do óleo lubrificante e filtros? Temos óleo em estoque? Temos contrato de fornecimento de combustível? O local de estacionamento do caminhão-tanque está desimpedido? A manutenção do gerador está em dia? Temos peças essenciais para pleno funcionamento do sistema de geração, difíceis de obter a pronta entrega, em nosso estoque? No estoque de nosso mantenedor? Que peças são essas? Todo o sistema está adequadamente mantido (painéis elétricos, disjuntores, cabos, conexões, relés etc.)? Importante: o pessoal sabe operar o sistema com destreza, agilidade, competência? Sabe resolver pequenas falhas rapidamente? Como vamos tratar o descontentamento dos vizinhos devido ao ruído e poluição provocados pelos geradores?
 
Como veem, são inúmeras as ações que devem ser tomadas. Lembramos apenas algumas, não esgotamos o rol de atividades que um plano de contingência pode conter. No mínimo, podemos aproveitar o calor do momento (e que calor!!) para atualizar o mesmo, rever  procedimentos, treinar pessoal.
 
Ainda sobre consumo de energia elétrica, mesmo que não aconteça qualquer racionamento, o excepcional calor dos últimos tempos leva ao maior consumo de energia nos sistemas de ar-condicionado. Esta situação, com certeza, vai levar a maiores gastos com esse insumo. Deste modo, qualquer ação com o intuito de diminuir o consumo de energia elétrica, tais como desligamento de iluminação desnecessária, racionalização de uso de água (menos água, menos bombeamento), é bem-vinda. Para aqueles que possuem contrato de energia no mercado livre, especial atenção deve ser dada no controle da energia consumida versus a contratada. A ultrapassagem do valor contratado obriga o consumidor a adquirir a energia excedente no mercado spot, de curto prazo, cujos preços estão pela hora da morte devido ao cenário de baixo nível dos reservatórios. Na última semana, seu valor atingiu a casa dos R$ 822,00 contra cerca de R$ 350,00 de períodos anteriores. Qualquer ultrapassagem vai provocar um rombo orçamentário!
 

Ufa... Por essas e outras, alguém aí conhece um pajé?

 


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